Quem Votou à Favor e Contra o Aumento do IPTU

Estes votaram NÃO, contra o aumento do IPTU:

Carlo Caiado (Dem) – Não
Carlos Bolsonaro (PSC) – Não
Cesar Maia (Dem) – Não
Chiquinho Brazão (PMDB) – Não
David Miranda- Não compareceu
Felipe Michel (PSDB) – Não
Junior da Lucinha (PMDB)- Não
Leandro Lyra (Novo) – Não
Leonel Brizola (Psol) – Não
Luciana Novaes (PT) – Não
Luiz Carlos Ramos Filho (Podemos) – Não
Marielle Franco (Psol) – Não
Otoni de Paula (PSC)- Não
Paulo Pinheiro (Psol) – Não
Reimont (PT) – Não
Renato Cinco (Psol) – Não
Tarcísio Motta (Psol) – Não
Teresa Bergher (PSDB) – Não
Veronica Costa (PMDB) – Não

Estes votaram SIM, à favor do aumento do IPTU, contra a população. Não se esqueça de não votar nestes vereadores nas próximas eleições.

Alexandre Isquierdo (DEM) – Sim
Cláudio Castro (PSC) – Sim
Dr. Carlos Eduardo (SD) – Sim
Dr. Jairinho (PMDB) – Sim
Dr. João Ricardo (PMDB) – Sim
Dr. Jorge Manaia (SD) – Sim
Eliseu Kessler (PSD) – Sim
Fernando William (PDT) – Sim
Inaldo Silva (PRB) – Sim
Italo Ciba (PT do B) – Sim
Jair da Mendes Gomes (PMN) – Sim
João Mendes de Jesus (PRB) – Sim
Jones Moura (PSD) – Sim
Jorge Felippe (PMDB) – Sim
Marcelino D’Almeida (PP) – Sim
Marcello Siciliano (PHS) – Sim
Marcelo Arar (PTB) – Sim
Paulo Messina (PROS) – Sim
Prof. Célio Luparelli (Dem) – Sim
Professor Adalmir (PSDB) – Sim
Professor Rogério Rocal (PTB) – Sim
Rafael Aloisio Freitas (PMDB) – Sim
Prof. Célio Luparelli (Dem) – Sim
Professor Adalmir (PSDB) – Sim
Professor Rogério Rocal (PTB) – Sim
Rafael Aloisio Freitas (PMDB) – Sim
Prof. Célio Luparelli (Dem) – Sim
Professor Adalmir (PSDB) – Sim
Professor Rogério Rocal (PTB) – Sim
Rafael Aloisio Freitas (PMDB) – Sim
Renato Moura (PDT) – Sim
Rosa Fernandes (PMDB) – Sim
Tânia Bastos (PRB) – Sim
Thiago K. Ribeiro (PMDB) – Sim
Val Ceasa (Pen) – Sim
Vera Lins (PP) – Sim
Willian Coelho (PMDB) – Sim
Zico (PTB) – Sim
Zico Bacana (PHS) – Sim

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Como Desatar o Nó (1)

09/04/2017 – 16h08
Sérgio Besserman Vianna, O Globo

‘A resposta é a infelicidade da pergunta” (André Green), não custa repetir. Comecemos, então, deixando bem claro de que pergunta, de que nó, estamos falando.

Em 2013, ainda antes da crise econômica manifestar seus efeitos, o povo nas ruas entoava uma miríade incongruente de reivindicações. Mas havia algo em comum no coração de todos, coxinhas ou black blocs: o berro de que “ O rei está nu”.

O papo furado de que seriamos uma nação desenvolvida em 20 anos (lembram?), a presidente da República dando aula de economia para os lideres dos maiores países do mundo, o lero lero de que estava tudo ótimo ruiu com estrondo.

Eleições de 2014 realizadas como foram e estelionato eleitoral evidenciado imediatamente após os resultados, pela inevitável reversão completa da política econômica (infelizmente, apenas no discurso do governo anterior), significaram para a população “ruptura de contrato”, ou , em linguagem popular, trairagem. A popularidade do governo foi para debaixo do pré-sal.

2015 e 2016 derrubaram os muros que restavam. De um lado a maior crise econômica da história, de outro, uma divida pública com trajetória insolvente (portanto, calote ou inflação no futuro relativamente próximo) e, finalmente, a Lava-Jato expondo as vísceras do nosso sistema de poder e do capitalismo de estado estilo brasileiro.

Impeachment e “Fora Temer” dividiram o Brasil. Uma pena. Em nome de interesses partidários, corporativos, ou pessoais, a polarização ocorre em torno de bandeiras anacrônicas, às vezes espantosamente irracionais, falsas perguntas que não levam a lugar algum.

Pôr a casa em ordem, estabilização da trajetória da dívida, realidade orçamentária, reforma da Previdência são apenas o óbvio aritmético (e não garantem crescimento algum no futuro, apenas evitam o desastre). Para deleite dos historiadores do futuro, no Brasil, nos anos de vacas gordas, a fábula de La Fontaine adquiriu macunaímica mudança: não apenas a cigarra cantou o verão inteiro como convenceu as formigas a caírem na festa.

O que está claro agora para todos, não apenas para os analistas e leitores intelectualizados, é que o sistema de poder, e com ele todas as instituições dessa República, estão nus. O barão, o marquês, o conde e o visconde estão nus.

A legitimidade do sistema acabou, a República de 1988 morreu. Não tem ressurreição. Quanto mais os donos do poder tentam preservar o que for possível de suas peles, mais contundente esse grito ecoa no coração do povo, não de uma forma politizada, mas, e essa é a questão, de uma forma incontornável e irrecuperável.

Estamos em uma encruzilhada civilizatória porque, meus poucos e queridos leitores, se os de cima “podem” e isso não é mais segredo, então todos “podem”, cada um do jeito que der. E o povo, cada um com seu pensamento, sabe disso muito bem.

O que fazer? Acabou o espaço. Mês que vem a conversa continua…

Sérgio Besserman Vianna é presidente do Instituto Jardim Botânico do Rio

Como Votou cada Deputado na PEC-241

SIM = 366 Dep; NÃO = 111; ABSTENÇÃO = 2.

DEM – Abel Mesquita Jr. – RR – Sim
DEM – Alberto Fraga – DF – Sim
DEM – Alexandre Leite – SP – Sim
DEM – Carlos Melles – MG – Sim
DEM – Claudio Cajado – BA – Sim
DEM – Efraim Filho – PB – Sim
DEM – Eli Corrêa Filho – SP – Sim
DEM – Felipe Maia – RN – Sim
DEM – Francisco Floriano – RJ – Sim
DEM – Hélio Leite – PA – Sim
DEM – Jorge Tadeu Mudalen – SP – Sim
DEM – José Carlos Aleluia – BA – Sim
DEM – Juscelino Filho – MA – Sim
DEM – Mandetta – MS – Sim
DEM – Marcelo Aguiar – SP – Sim
DEM – Marcos Rogério – RO – Sim
DEM – Marcos Soares – RJ – Sim
DEM – Misael Varella – MG – Sim
DEM – Missionário José Olimpio – SP – Sim
DEM – Onyx Lorenzoni – RS – Sim
DEM – Pauderney Avelino – AM – Sim
DEM – Paulo Azi – BA – Sim
DEM – Professora Dorinha Seabra Rezende – TO – Não
DEM – Rodrigo Maia – RJ – Art. 17 (presidente; presença conta para o quórum, mas não vota)
DEM – Sóstenes Cavalcante – RJ – Sim
PCdoB – Alice Portugal – BA – Não
PCdoB – Angela Albino – SC – Não
PCdoB – Chico Lopes – CE – Não
PCdoB – Daniel Almeida – BA – Não
PCdoB – Jandira Feghali – RJ – Não
PCdoB – Jô Moraes – MG – Não
PCdoB – Luciana Santos – PE – Não
PCdoB – Orlando Silva – SP – Não
PCdoB – Professora Marcivania – AP – Não
PCdoB – Rubens Pereira Júnior – MA – Não

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Como Ficou a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro (2016)

Carlos Bolsonaro (PSC): 106.657 votos
Tarcísio Motta (PSOL): 90.473
Cesar Maia (DEM): 71.468
Rosa Fernandes (PMDB): 57.868
Marielle Franco (PSOL): 46.502
Junior da Lucinha (PMDB): 45.124
Vera Lins (PP): 36.117
João Mendes de Jesus (PRB): 31.516
Teresa Bergher (PSDB): 30.566
Leandro Lyra (Novo): 29.217
Carlos Caiado (DEM) – 28122
Jorge Felippe (PMDB) – 28.104
Jairinho (PMDB) – 26.047
Thiago K. Ribeiro (PMDB) – 24.900
Alexandre Isquierdo (DEM) – 24.701
Marcelinho D’Almeida (PP) – 24116
Chiquinho Brazão (PMDB) – 23.923
Tânia Bastos (PRB) – 22.930
Rafael Aloisio Freitas (PMDB) – 22.897
Bispo Inaldo Silva (PRB) – 22.735
Zico (PTB): 21.565
Willian Coelho (PMDB): 20.678
Verônica Costa (PMDB): 19.946
Dr. Carlos Eduardo (SD): 19.822
Reimont (PT): 19.626
Renato Cinco (PSOL): 17.162
Luciana Novaes (PT): 16.679
Marcelo Arar (PTB): 16.230
Val (PEN): 15.388
Paulo Messina (PROS): 15.346
Rogerio Rocal (PTB): 15.055
Dr. João Ricardo (PMDB): 14.994
Renato Moura (PDT ): 13.572
Marcello Siciliano (PHS): 13.553
Dr. Jorge Manaia (SD): 13.249
Paulo Pinheiro (PSOL): 13.141
Jones Moura (PSD): 12.722
Dr. Gilberto (PMN): 12.165
Fernando William (PDT): 12.055
Leonel Brizola Neto (PSOL): 11.087
Eliseu Kessler (PSD): 10.777
Felipe Michel (PSDB): 10.300
Cláudio Castro (PSC): 10.262
Professor Adalmir (PSDB): 8.804
Professor Celio Lupparelli (DEM): 8.692
Luiz Carlos Ramos Filho (PTN): 8.618
Jair da Mendes Gomes (PMN): 8.112
Zico Bacana (PHS): 7.932
Otoni de Paula JR. (PSC): 7.801
David Miranda (PSOL): 7.012
Italo Ciba (PT do B): 6.023

Discurso do Senador Caiado, dia 31/8, Defendendo o Impeachment

Tenho a certeza que o Brasil vai tirar algumas lições deste processo.

A primeira lição é que o presidente deve respeitar o orçamento. Não tratá-lo como peça de ficção ignorando prerrogativas do Congresso;
Que o presidente não deve avançar no dinheiro público para fazer populismo, demagogia e políticas irresponsáveis;
Que o presidente não deve avançar no dinheiro público para realizar esse populismo bolivariano promovido por Dilma e Lula;
Tiramos a lição de que o presidente não pode enganar, iludir uma população inteira realizando o maior estelionato eleitoral já visto.
Esta é, sim, uma sessão histórica. Sim, esta é uma sessão em vamos definir quem são os verdadeiros “canalhas” da política brasileira
Os “canalhas” da política brasileira são aqueles que assaltaram a Petrobras. Que se enriqueceram com dinheiro público;
“Canalhas” são aqueles que tomaram o dinheiro público para ganhar eleições. Que tiraram esse dinheiro da saúde e da educação;
“Canalhas” são aqueles que levaram o Brasil a uma situação crítica de desemprego e inflação ocultando a crise e acabando com a credibilidade do país.
Este é um momento de assepsia da política brasileira. Momento de tirar todo o tecido contaminado da política nacional;
É o momento do ressurgimento da esperança do cidadão com a política do país. Do resgate da moralidade de quem quer ver o dinheiro público respeitado;
O Brasil mandou o seu recado: todo político agora tem que ter responsabilidade com aquilo que se compromete na campanha eleitoral.

Senadores que Mudaram o Voto no Destaque

Veja quem são os 16 senadores que destituiram Dilma da Presidência, mas rejeitaram inabilitá-la a exercer cargos públicos:
Acir Gurgacz (PDT-RO)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Cidinho Santos (PR-MT)
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Edison Lobão (PMDB-MA)
Eduardo Braga (PMDB-AM)
Hélio José (PMDB-DF)
Jader Barbalho (PMDB-PA)
João Alberto Souza (PMDB-MA)
Raimundo Lira (PMDB-PB)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Roberto Rocha (PSB-MA)
Rose de Freitas (PMDB-ES)
Telmário Mota (PDT-RR)
Vicentinho Alves (PR-TO)
Wellington Fagundes (PR-MT)